8 de junho de 2016

O Drº Bigodes


Acho que toda a gente compreende a minha ausência, verdade? A paciência para escrever qualquer coisa com pés e cabeça já escasseia, por isso, remeto-me ao silêncio. :-) Ainda assim, não queria deixar de vir cá contar a experiência do último sábado com o gato Leo e o Drº Bigodes.

O Leo gosta muito pouco de ir ao Veterinário, seja ele qual for. Chateia-se (e chateia-nos) imenso a andar de carro, fica super stressado, salta-lhe pêlo por todo o lado, e depois não há profissional de saúde que consiga fazer o que quer que seja com ele nesse estado. Há umas semanas atrás, tinha recebido no mail informação acerca de um Veterinário ao domicílio que dá consultas em Lisboa e também no Porto. Espreitei o site deles e  o conceito pareceu-me óptimo para o nosso caso em particular. Marquei então uma consulta para sábado de manhã, em que o Veterinário viria cá a casa dar-lhe a vacina anual e a desparasitação interna. 

No sábado, recebemos então o Drº Ricardo cá em casa e gostei mesmo muito da experiência. Ele teve imensa paciência para o Leo, deixou-o andar à vontade, sem grande stress, e foi fazendo o seu trabalho. Para o gato notámos que também foi muito mais confortável assim. Apesar de se tratar de uma pessoa estranha, o facto de ele permanecer no seu território fez com que estivesse muito mais à vontade e quase não se chateou com a vacina ou o comprimido. No final, pagámos comodamente com multibanco e, na mesma hora, recebemos a factura no e-mail. Não podia estar mais satisfeita com o serviço, e não tenho dúvidas que o vamos continuar a utilizar no futuro. Em termos de custos, posso dizer que os preços são muito idênticos aos praticados em clínicas veterinárias, e acho que não pagamos mais pelo facto de virem cá a casa. 

Nota: Acho que nem preciso dizer que isto não é publicidade, paguei a consulta como qualquer cidadão comum, mas parece-me uma mais valia dar a conhecer o serviço. ;)
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9 de maio de 2016

A caminho do divórcio #17


Marido de grávida faz um esforço descomunal para não meter o pé na argola. Pelo menos, o meu tem feito. É de louvar vê-lo muitas vezes parado, a pensar no que responder, para não calhar de ser atacado por um qualquer descontrolo hormonal da minha parte. Arrisco-me até a dizer que o homem já tem algum medo (receio, vá) das hormonas malucas. E claro, divirto-me imenso com isso! :-)
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6 de maio de 2016

#MomStuff (1)

Queiramos ou não, a gravidez transforma um bocadinho a nossa vida e os nossos hábitos. Acredito que, depois de o bebé nascer, essa transformação vá ser maior ainda, mas isso deixamos para falar lá mais à frente. Uma coisa de cada vez. Também é certo que umas mulheres "sofrem" bem mais que outras, isto porque, todas as gravidezes são diferentes e nunca sabemos o que pode ou não acontecer. 

Da minha experiência pessoal, o primeiro alerta de uma possível gravidez é dado pelo meu peito. Assim que as hormonas começam a ficar malucas, ele começa também a aumentar e a doer e a ficar com um aspecto estranho e tudoitudo ao mesmo tempo! Não é bonito de se ver/sentir, mas a malta habitua-se. Nem imaginam o "poder de encaixe" a novas alterações diárias que tem uma mulher. Somos as maiores, de facto. Mas contava eu que o peito começou logo a aumentar no primeiro trimestre, ao ponto de não conseguir usar nenhum dos meus soutiens e todos os que experimentava me magoavam de alguma maneira. Um suplício! Tentei várias marcas, de tecido, sem aros, de amamentação e TUDO me magoava. Andar sem soutien também não era opção. Com o aumento de tamanho, o peito fica extremamente pesado, e sentimos mesmo necessidade de ter algum suporte extra, para bem da nossa sanidade mental (e física). 

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28 de abril de 2016

As "pérolas" que eu oiço #3


Confessem, já tinham saudades destes posts, verdade? :-) Não tenho ouvido muitas "pérolas" relacionadas com a gravidez. Não, as pessoas em geral não ganharam juízo, infelizmente. A minha condição física actual é que me obriga a estar a maior parte do tempo em casa, e com isso, perdem-se estas maravilhosas interacções. Mas ainda assim dá sempre para ser brindada com uma ou outra afirmação um tanto ou quanto inquietante. 

Quando contei ao mundo que estava grávida, havia uma enorme preocupação geral com a quantidade de peso que ia ganhar. "Uiiii agora é que vai ser comer!" diziam. Histórias como "Eu comia tudo o que via à frente", "Engordei 30kg e nunca mais fui a mesma" eram o pão nosso de cada dia. Não era coisa que me preocupasse, para ser franca. Estava tão absorvida a pensar se a bebé estaria bem, se ela estaria a aumentar de peso e a crescer, que aquilo que eu engordasse era perfeitamente secundário. Estava mais do que mentalizada para ficar uma lontra na gravidez e depois ter que andar a correr maratonas para recuperar.
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