10 de dezembro de 2013

Descer ao inferno (I)

Não me é fácil abordar este assunto aqui. Não sei quando ou se será sequer possível. Consigo perceber o porquê disso acontecer. Sempre que escrevo neste blogue, e é assim desde que o criei, talvez por isso ainda dure, faço-o com alma, mesmo quando brinco ou falo de futilidades. É a parte mais original, mais pura e genuína de mim que escreve. Assim sendo, sinto que dói mais escrever sobre isso aqui. É quase como se abrisse uma ferida que nem sequer cicatrizou. Ao mesmo tempo, e parecendo isto totalmente incoerente, sinto necessidade que conheçam essa parte da minha vida. Porque conhecem tudo o resto, se isto é um pouco o relato simplista da minha vida, então essa história tem que constar. Porque eu mudei depois disto e nunca mais serei aquela pessoa mais leve e que vê a vida com as cores mais brilhantes do arco íris. Porque quando pensamos em gerar uma vida, ninguém nos avisa que podemos descer ao inferno.*

* Este tema vai ser abordado em doses homeopáticas. Não consigo que seja de outra forma.
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11 comentários

  1. Concordo contigo.Muita força linda...beijoka

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  2. Como blogger percebo a tua necessidade, no entanto ainda assim te digo que tudo tem o seu tempo!

    Tu terás o teu!

    Beijinho e sempre de cabeça levantada :)

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  3. Um beijinho Raquel
    Mas certamente que a tua história poderá servir de exemplo. Força

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  4. Estarei aqui a ler o que escreveres sobre a descida ao inferno, mas em silêncio, porque é um assunto tão delicado e eu não quero correr o risco de escrever palavras menos certas!
    Deixo hoje um beijinho cheio de amizade e com a certeza que o melhor ainda está para vir!

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  5. Eu também estarei aqui para te ler, para te ouvir e tenho a certeza que te irei entender, pois como já tive oportunidade de o escrever passei pelo mesmo, por isso sei muito bem o que sentes, o que precisas.
    Beijo e muita força querida!

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  6. Devagarinho, Raquel... Devagarinho, contas a tua (vossa) história, e esse desabafo vai-te fazer bem.

    E não te esqueças que, depois da tempestade, vem sempre a bonança. :)

    beijos grandes, com muita amizade

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  7. Devagar, devagarinho Raquel. Beijinhos e muita força.

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  8. Partilha apenas quando achares que estás preparada para o fazer. Muito provavelmente até te vai ajudar a superar! :)
    Beijinho*
    Força!

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  9. Quando estiveres preparada, falarás (sem assim o entenderes). Por mais que agora não pareça o tempo poderá ajudar :)

    Muita força e um grande beijinho*

    http://agirlsdream-blog.blogspot.pt/

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