17 de novembro de 2015

Ter um gato é... (19)

... não saber dele há umas duas horas e resolver ir procurá-lo pela casa. Desarrumar tudo, ver armários, chamar, gritar, procurar e já desesperar com uma camada de nervos de que não há memória, para depois ir encontrar a peste muito camuflada debaixo do edredom da minha cama a dormir. Nem um pio deu durante a meia hora em que eu procurei por ele. Peste!
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7 comentários

  1. Tava a brincar às escondidas!! O meu abre o roupeiro e vai dormir para o cesto da roupa para passar, fica lá horas, tipo "retiro espiritual" para gatos...

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  2. Que esperto o gato.
    Tenho um cão e por vezes é assim também.

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  3. Bem, eu já passei cada susto!!
    A busca começa de forma meio lenta, coração com algumas palpitações, tentamos não valorizar, afinal a casa não tem buracos. Depois de revirado tudo do avesso vem o ataque de pânico e a questão 'como é possível ele desaparecer assim?' Em minha casa a busca passa por olhar pela janela do 2º andar. Uma vez e depois de uma imensidão de tempo à procura, de berros e choros, não tive outra alternativa senão descer e procurar na rua. Parecia uma Madalena arrependida... as pessoas passavam e a resposta era sempre a mesma mas infelizmente quando é um gato as pessoas olham logo para nós como se fossemos loucas (com um cão há mais solidariedade, é verdade!). Já tinha desistido de procurar, meu cérebro já imaginada uma vida vazia, sem aquela bola de pêlo. Mas não, o filho da putcha (perdão) estava escondido debaixo de uma pilha de roupa e lá ficou o tempo todo. Deve ter ficado com medo dos meus berros e só de lá saiu quando desci para procura-lo na rua. Foi vê-lo na varanda, descontraído a olhar para mim. Juro que só lhe faltava estar a fazer-me um manguito!

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  4. Esses meninos nunca dizem nada
    Mark Margo
    www.markmargo.net (site cor de rosa de celebridades e cinema)

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